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terça-feira, 10 de julho de 2012

Resumo 4º Semestre

Diário de bordo: Data estelar 666.2012. Nossa posição, orbita do planeta 4004, a bordo da nave Enterprise, que por sinal ainda apresenta problemas, Sr Franco, temporariamente no comando. Nossa missão, chegar a orbita do planeta 486.

Nossa missão começou com grandes imprevistos,  dentre eles o fato de ninguém estar nem aí com porra nenhuma, mas mesmo assim chegamos aqui. O que era organização possou a se chamar Arquitetura de Computadores, ministrada pelo "grande" herói nacional o Coronel Batatinha, que com sua bondade salvou a vida de muitos companheiros, a minha inclusive. Fato interessante aconteceu na primeira etapa da missão, onde o Sargento Vera Verão quase foi engolido por um "buraco negro". Mas o herói Batatinha conseguiu salva-lo também.

Atravessando a órbita do Planeta IHC tivemos grandes dificuldades e quase não sobrevivemos aos ataques intensos e destruidores dos habitantes daquele planeta, pequenos homenzinhos com muito ódio no coração. Mas não foram apenas momentos ruins nossa missão, nós tivemos ajuda de um ser vindo de um planeta distante, planeta esse que fica muito além do planeta dos Vals. Esse ser misterioso, que não tem um nome para defini-lo, mas parece ter saído de um show de rock da década de 70, nos ensinou a usar uma poderosa arma, a "Árvore Binária", que devo admitir ainda não sei usar, gostei mais da "Compressão de Dados".

Mas nossa maior dificuldade foi na última etapa da missão, ao passar pelo Planeta JAVA, tivemos grandes dificuldades de comunicação com o rei daquele planeta, onde quase presenciamos a execução do Sargento Vera por causa de uma brincadeira mal interpretada // mas falando sério, eu ri demais, quando ele quase foi expulso da sala... "desculpa ai professor!"//. Mas no fim o rei deste planeta se mostrou muito bondoso e deu oportunidade para que alguns saíssem com vida de seu planeta.

Perdemos grandes companheiros no caminho, vimos o Peso Morto ficar obcecado pela merda preciosa, ou em chamar alguém de merda, sei lá, não lembro bem agora. Vimos também um começo de motim devido ao uso excessivamente  exagerado de palavrões por minha parte, mas conseguimos chegar aqui e estamos esperando os parâmetros de nossa próxima missão.

terça-feira, 13 de dezembro de 2011

Resumão do 3º Semestre

Oi galera! É! O semestre acabou, e como de costume vamos relembrar os pricipais acontecimentos no 3º Semestre de Sistemas de Informação. Este foi, na minha humilde opinião, o melhor semestre até agora, porque a sala começou a interagir mais, apesar que alguns alunos não lembram o nome dos outros após um ano e meio, mas isso eu vou contar mais adiante. Após todo esse tempo a turma criou uma grande amizade, que pudemos comprovar na confraternização na aula de estatística. Mas vamos ao que realmente interessa, os erros, mancadas e brigas que aconteceram esse semestre, os que não gostarem que se fodam, porque eu só quero me divertir um pouco mais.

Por onde iremos começar? Ah! Sim! A coordenação do curso mudou, antes era a Senhora Cruella de Vil, e agora os coordenadores são o Zé Colméia e o Catatau, na verdade eles trocaram seis por meia dúzia, porque independente do que você precise eles não estão ali para lhe ajudar. E digo isso com conhecimento de causa, porque nós ficamos em uma sala onde nós tínhamos uns vinte aparelhos eletrônicos diversos e para ligar tudo isso só havia uma tomada. Ah! Vale a pena lembrar que este semestre nos colocaram no galinheiro, mas com a falta de consideração da direção da faculdade para com os alunos, tivemos sorte de não nos colocarem numa fossa, mas com a falta de infraestrutura e boa vontade que a faculdade tem não podemos esperar muita coisa.

Então, começaram as aulas e o que aconteceu? Nada! Pois o professor faltou no primeiro dia, essa era a temida aula de cálculo, não que a matéria fosse difícil, era que o professor não queria dar aula mesmo, e como ele era amigo do coordenador Zé Colméia, ou do Catatau, ou dos dois, sei lá, nós ficamos sofrendo metade do semestre e não aprendemos nada nesse tempo. Aqui começa a primeira história que eu quero contar, como ninguém estava entendendo nada do que o cidadão falava, porque contava casos e casos, e não dava a bendita ou maldita aula de cáuculo, alguns alunos começaram a ficar nervosos com isso, uns mais que os outros, então surge, em meio a multidão, a pessoa que iria salvar o semestre, pelo menos em relação às aulas de cálculo, a Barraqueira.

Após varios embates sangrentos entre a Barraqueira e o senhor em questão, depois do mais violento massacre já ocorrido em uma sala de aula, a aluna diz ao professor que a aula dele era bagunçada, então o professor em um acesso de raiva cria o bordão que foi usado durante todo o semestre e provavelmente sera usado nos próximos: "Bagunçada não! Bagunçada não!" Então, após isso ele disse ainda que se os alunos conseguissem que ele fosse demitido, eles estariam fazendo um favor a ele, começa então, uma outra novela com o Zé Colméia e o Catatau. Mas, no fim das contas, alcançamos nosso objetivo, conseguimos um bom professor de cálculo, o único problema foi que nós já estávamos no fim do semestre e não tivemos tempo o suficiente para aproveitar tudo o que o professor tinha a ensinar, mas o que ele ensinou em três aulas, nós não tínhamos aprendido em dois meses. É! O fessor é foda!!! Valeu, fessor!

Houve também situações engraçadas e divertidas, como a vez em que alguém, que eu não vou citar o nome, interrompeu o Romerito enquanto este fazia uma pergunta. O ódio era tão grande nos olhos do menino, que se ele tivesse uma arma ele me fuzilava. E é claro não se pode esquecer as pérolas do Val, esse como sempre está lá na frente. Dentre as melhores, teve o dia em que ele começou a dar aula no lugar do professor, que, por ironia do destino, era o antigo professor de cálculo.

Mas como nem tudo é desgraça na vida, aconteceram fatos que mudaram com certeza, a forma de como vemos o mundo, um bom exemplo foram as aulas de estatística, a vida tomou outro sentido após as aulas do Profº Cauê, nunca mais seremos os mesmos após conhecer o famoso Rap 10, chegar em casa com fome às quatro da manha se tornou um problema muito fácil de resolver. Outro bom professor que tivemos esse semestro foi o Paquito, ou Papito para alguns, na verdade ele era Papito só para um, mas deixa isso pra lá, apesar da materia dele ser muito complexa, e eu devo admitir que até hoje não entendi muito bem, ele tentou explicar que o que acontece em nossas vidas só depende de nosso esforço, na verdade ele queria que a galera tomasse vergonha na cara, parasse de brincar e começasse a estudar, não sei se isso deu muito certo. Não podemos esquecer o dia que um aluno chamou o Professor Batatinha de Batatinha, o medo na cara da criança me faz rir até hoje, mas depois disso ele virou o Fessor Batatinha de vez mesmo, ele e suas gaivotas continuam salvando muitos alunos desesperados.

O melhor eu deixei pro final, foi o caso da aluna que após um ano e meio estudo, sequer conhecia seu colega de classe, e detalhe, este é um cara comunicativo, e direto conversava com ela. Um certo dia após uma discussão sobre uma lista de exercícios esse rapaz disse a esse menina que tinha os execícios ou algo assim, e o que ela disse? Quem é você? De onde você veio? Eu te conheço? É foi punk mesmo! Bom, eu acho que isso é tudo, se alguém lembrar de algo mais ou não gostar de alguma coisa, poste um comentario, e não me venham com historinhas sobre Jeca Gay.
Até o próximo post.

quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

Vamos aprender a programar para Adroid?


Olá mochileiros intergaláticos! Agora que o semestre acabou sobra um pouco de tempo para escrever um pouco para vocês, vou começar a publicar algumas coisas que eu acho que seja de interesse geral da turma, alem das piadinhas de costume e o resumão do semestre contando todas as trapalhadas que aconteceram e os vacilos de cada um, os que não gostarem, me desculpe, mas a galera merece rir um pouco mais. Hoje quero falar sobre uns tutoriais que uma amiga me enviou há muito tempo,// Essa amiga se chama Topeira #1, eu sou a Topeira #2 rsss...// mas como a nossa vida é muito corrida não tive tempo de compartilhar com vocês. Esse arquivo ensina como programar para android. E ai? Legal neh? Então mãos a obra. 
Na verdade esses são varios posts do site pplware sobre programação para Adroid, um site português sobre tecnologia muito bom e de fácil entendimento, e, além disso, tem várias outras matérias interessantes que vale a pena ler, eu recomendo segui-lo no twitter, @pplware, mas isso fica a critério de vocês. A primeira matéria é um passo a passo sobre como instalar e configurar o SDK 3.0 Android e o Elipse IDE. A seguinte ensina a fazer aquele programinha boqueta que todos voces conhecem o Hello World! , e a partir da proxima matéria eles começam a explicar coisas mais complexas, mas de maneira simples e fácil de entender. 
O site tem muito mais conteúdo sobre programação para Android, após voces lerem esses primeiros artigos, aconselho vocês a darem uma garimpada no site para selecionar aquilo que é mais interessante para vocês. Bom, é isso! Em breve eu volto com novos posts com informações de vital importância para o futuro da nação.

domingo, 14 de agosto de 2011

Organização de Computadores

Você sabe contar?!

No post de hoje vamos falar da primeira aula de Organização de computadores, ministrada pelo nosso velho amigo do primeiro semestre, o professor José Carlos. Sim, ele mesmo. Ele está de volta e trouxe consigo as suas gaivotas. Para os que não conhecem o professor, o método de correção pela gaivota, é o método de correção de provas desenvolvido pelo professor José Carlos em parceria com a Universidade de Harvard para ajudar os alunos não tão inteligentes a alcançar uma nota melhor. Esse método consiste em dividir o exercício em várias partes e pontuar as partes corretas, melhorando, assim, a nota de alguns alunos desprovidos de um intelecto superior. Essa divisão é feita através de um processo científico que vários estudiosos tentam explicar sem sucesso até hoje //mas ainda bem que ele existe! no primeiro semestre ele salvou a mim e mais outros//.

Bom, na aula de sexta feira o professor, além de iniciar a matéria, passou os livros e o software simulador de circuitos eletrônicos que iremos usar esse semestre. Os livros e o software são:

Livros

- Elementos de Eletrônica Digital - 40 ed.

- Sistemas Digitais

- Organização Estruturada de Computadores

Software

- Eletronic Workbench - EWB 5.12

O EWB é um softwate free, mas ele também passou o software Circuit Maker só que se você quiser usar esse software você vai precisar comprar uma licença ou crackea-lo porque esse é um software profissional.

Quanto a matéria, ele nos ensinou a contar. Contar parece uma tarefa simples mas quando um professor fala que vai te dar um ponto de graça se você souber contar, você pode ter certeza que há alguma pegadinha nessa proposta. Na verdade ele falou sobre Sistemas Numéricos e após uma pequena historinha sobre quando nós deixamos de usar algarismos romanos e começamos a usar algarismos arábicos, ele explicou o conceito de bases numéricas e conversão de bases numéricas. Agora vamos ao que interessa.

Sistemas numéricos

Primeiro deve-se compreender que o conceito de bases numéricas consiste em vários elementos agrupados numa mesma base. Os algarimos que estamos acostumados a ver em todos os lugares possíveis geralmente estão na base 10, mas eles podem ser escritos e convertidos para diversas bases diferentes. Por exemplo o número 26 está na base 10 pois o numero do índice não está especificado, mas este número pode ser escrito em diferentes bases mantendo sempre o seu valor quantitativo. Para verificar isso melhor experimente separar este numero em unidades e separa-lo em grupos de 3 elementos.





Uma maneira mais prática de fazer essa conversão é o das divisões sucessivas, que consiste em dividir o valor que se deseja converter pela base desejada, mas isso vale para valores na base 10 para uma base menor e para converter de uma base menor para a base 10 basta decompor o número e multiplicá-lo como no exemplo abaixo.

Conversão da Base “x” para a base “y”

Primeiro deve-se converter o valor de origem para a base 10 e então convertê-lo para a base desejada.

Exemplo:

Casos especiais


Trata-se da conversão entre as bases 2(binária), 4, 8(octal), 16(hexadecimal).

quinta-feira, 11 de agosto de 2011